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Revisão ENAMED: Os 30 Temas Mais Cobrados para Revisar Antes da Prova

Os 30 temas mais cobrados no ENAMED para revisão de última hora. Baseado em análise de 17 edições de provas.

Por Dr. Vinícius Côgo DestefaniCRM-SP 158.541 · RQE 108.337

Publicado em 3 de março de 2026Revisado em 9 de setembro de 2026

Ficha técnica
Editoria
Estudo por área
Autor
Dr. Vinícius Côgo DestefaniCRM-SP 158.541 · RQE 108.337
Publicação
3 de março de 2026
Revisão
9 de setembro de 2026
Leitura
11 min
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Neste artigo

Com menos de 90 dias até o ENAMED, a decisão mais importante que você vai tomar não é quanto estudar, é o que estudar primeiro. A análise de 17 edições de provas predecessor ao ENAMED (ENADE Medicina) revela que apenas 5 grandes áreas concentram 100% das questões, mas com distribuição profundamente desigual: Clínica Médica sozinha responde por 28% do total, o que significa que errar sistematicamente nessa área pode comprometer seu conceito final independentemente do desempenho nas demais. Este guia apresenta os 30 temas de maior recorrência, organizados por área e peso estratégico, com cronograma de revisão de 10 semanas para aplicação imediata.

Distribuição Oficial, Portaria INEP 478/2025

Peso de Cada Área no ENAMED

Baseado em 1.600 questões, 17 edições históricas (2009-2024)

100 questões
Clínica Médica 28%, 28 q
Ginecologia e Obstetrícia 21%, 21 q
Cirurgia 19%, 19 q
Pediatria 19%, 19 q
Medicina Preventiva 12%, 12 q

Estratégia de Alto Impacto

Dominar Clínica Médica + GO + Pediatria já cobre 68% da prova, quase 70 questões das 100 totais. Somando Cirurgia, você atinge 87% do total com apenas 4 áreas.

Fonte: INEP, análise histórica de 1.600 questões (2009-2024) · Portaria INEP 478/2025

Como os temas são distribuídos no ENAMED?

A Portaria INEP 478/2025 estabelece a Matriz de Referência Comum com 15 competências e 21 domínios organizados em 7 áreas de formação. Na prática, a análise quantitativa de 1.600 questões aplicadas ao longo de 17 edições anteriores revela uma concentração clara: 455 questões em Clínica Médica (28%), 336 em Ginecologia e Obstetrícia (21%), 307 em Cirurgia (19%), 302 em Pediatria (19%) e 200 em Medicina Preventiva (12%) (Fonte: INEP, análise histórica 2009-2024).

Essa distribuição tem implicação direta na estratégia de revisão. Um estudante que domina Clínica Médica, GO e Pediatria já cobre 68% da prova, quase 70 questões das 100 totais. A revisão inteligente não é aquela que cobre tudo, mas aquela que maximiza acertos por hora investida.

Área Questões (17 edições) % do total Nº de temas prioritários
Clínica Médica 455 28% 9 temas
Ginecologia e Obstetrícia 336 21% 7 temas
Cirurgia 307 19% 6 temas
Pediatria 302 19% 6 temas
Medicina Preventiva 200 12% 2 temas
Total 1.600 100% 30 temas

Quais são os 9 temas mais cobrados em Clínica Médica?

Clínica Médica representa o maior bloco individual da prova. As questões nessa área testam, com frequência, a integração entre diagnóstico clínico, manejo ambulatorial e conduta hospitalar, exatamente o perfil do médico de atenção primária e secundária que o ENAMED quer avaliar (Portaria INEP 478/2025, Competência 3).

Tema 1, Síndrome Coronariana Aguda (SCA): O eixo diagnóstico-terapêutico do IAM com e sem supradesnivelamento de ST aparece com alta frequência. Priorize a estratificação de risco (TIMI, GRACE), indicação de anticoagulação e conduta no IAMCSSST em ambiente de baixa complexidade.

Tema 2, Insuficiência Cardíaca: As questões focam no diagnóstico pela fração de ejeção, critérios de Framingham modificados e escalonamento terapêutico com IECA/BRA, betabloqueador e diurético. Conceito de IC com fração de ejeção preservada tem aparecido com frequência crescente.

Tema 3, Asma e DPOC: Classificação de gravidade, distinção entre as duas entidades e manejo da exacerbação aguda são os pontos mais testados. O critério GOLD para DPOC e o uso de corticoides inalatórios na asma persistente são recorrentes.

Tema 4, Diabetes Mellitus tipo 2: Critérios diagnósticos pela ADA, metas de HbA1c estratificadas por perfil do paciente, e a escolha do segundo antidiabético oral (metformina + inibidor de SGLT2 ou GLP-1 em pacientes com doença cardiovascular estabelecida) são tópicos que aparecem há pelo menos 10 edições.

Tema 5, Hipotireoidismo e Hipertireoidismo: O diagnóstico laboratorial pelo eixo TSH/T4 livre, manejo do hipotireoidismo subclínico e a crise tireotóxica como urgência endócrina são os recortes mais frequentes.

Tema 6, Doença Renal Crônica (DRC): Estadiamento KDIGO, manejo das complicações metabólicas (hipercalemia, acidose, anemia) e critérios de diálise de urgência compõem o núcleo das questões de nefrologia.

Tema 7, AVE Isquêmico e AIT: Tempo-janela para trombólise, critérios de elegibilidade para tPA, contraindicações absolutas e manejo da pressão arterial na fase aguda são cobrados com precisão técnica.

Tema 8, Hepatites Virais B e C: Interpretação sorológica da hepatite B (perfis de infecção aguda, crônica, imunidade vacinal), critérios de tratamento da hepatite C e notificação compulsória aparecem de forma integrada à Medicina Preventiva.

Tema 9, Artrite Reumatoide e Lúpus Eritematoso Sistêmico: Critérios de classificação ACR/EULAR (2010 para AR; 2019 para LES), manifestações renais do lúpus e uso de DMARDs sintéticos são os focos recorrentes em reumatologia.

Quais são os 7 temas prioritários em Ginecologia e Obstetrícia?

Com 21% das questões, 336 em 17 edições, GO é a segunda maior área. As questões tendem a ser clínico-práticas, com cenários de pronto-atendimento obstétrico e consultório ginecológico de atenção básica.

Tema 10, Pré-eclâmpsia e Eclâmpsia: Critérios diagnósticos atualizados (ACOG 2013), distinção entre formas graves, uso de sulfato de magnésio (esquema de Zuspan), anti-hipertensivos de escolha e indicação de parto são os pilares dessa temática.

Tema 11, Hemorragias da Segunda Metade da Gestação: Diferenciação entre descolamento prematuro de placenta (DPP) e placenta prévia, por clínica, não apenas por imagem, com manejo imediato aparecem em pelo menos 8 das 17 edições analisadas.

Tema 12, Trabalho de Parto e Assistência ao Parto Normal: O partograma OMS, definição de parada secundária e indicações de cesariana de urgência são conteúdos com alta frequência e média de acerto baixa entre candidatos.

Tema 13, Rastreamento de Câncer de Colo Uterino: Periodicidade do Papanicolau pelo Ministério da Saúde, interpretação do laudo Bethesda e conduta frente às lesões de baixo e alto grau integram questões de GO com viés preventivista.

Tema 14, Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) na Gestação: Sífilis congênita (estadiamento, tratamento da gestante e do neonato), toxoplasmose e HIV na gestação são temas com peso reforçado nas edições mais recentes.

Tema 15, Contracepção e Planejamento Familiar: Critérios de elegibilidade da OMS para contracepção hormonal, dispositivo intrauterino no pós-parto e planejamento familiar no contexto da atenção básica aparecem com frequência moderada, mas com questões de alta discriminação.

Tema 16, Abortamento: Classificação clínica (ameaça, inevitável, incompleto, retido), manejo expectante versus cirúrgico e obrigações legais do médico frente ao abortamento legal são recorrentes e exigem precisão conceitual.

Tema 13, Ginecologia & Obstetrícia • ENAMED

Síndromes Hipertensivas na Gestação

Critérios diagnósticos e diferenciação clínica, alta frequência nas questões de GO do ENAMED

Síndrome Critério Diagnóstico Achados Clínicos Conduta Alerta ENAMED
HAS Crônica PA ≥ 140/90 mmHg antes de 20 semanas ou diagnosticada antes da gestação Sem proteinúria obrigatória; pode haver hipertrofia ventricular esquerda Metildopa (1ª linha), nifedipino, hidralazina; suspender IECA IECA é contraindicado na gestação
HG (Gestacional) PA ≥ 140/90 mmHg após 20 semanas, sem proteinúria e sem critérios de gravidade Normaliza até 12 semanas pós-parto; sem acometimento de órgão-alvo Monitoramento ambulatorial; anti-hipertensivo se PA ≥ 160/110 mmHg Pode evoluir para pré-eclâmpsia
Pré-eclâmpsia PA ≥ 140/90 mmHg após 20 sem + proteinúria ≥ 300 mg/24h ou ≥ 1+ fita; ou disfunção de órgão-alvo sem proteinúria Edema não é critério diagnóstico; cefaleia, epigastralgia, escotomas em formas graves MgSO₄ (profilaxia de eclâmpsia); anti-hipertensivo; resolução conforme IG e gravidade Edema NÃO é critério diagnóstico
PE com Gravidade PA ≥ 160/110 mmHg + qualquer: creatinina ≥ 1,1, plaquetas < 100.000, TGO/TGP > 2x, edema pulmonar, sintomas neurológicos Oligúria, cefaleia intensa, escotomas, epigastralgia, reflexos exaltados Internação; MgSO₄ (esquema Zuspan ou Pritchard); resolução da gestação ≥ 34 sem MgSO₄ é anticonvulsivante, não anti-hipertensivo
Eclâmpsia Convulsão tônico-clônica generalizada em gestante com HAS, sem outra causa neurológica Pode ocorrer sem hipertensão grave prévia; pós-parto imediato (até 48h) é comum MgSO₄ IV imediato; controle da PA; via de parto após estabilização Antídoto do MgSO₄: gluconato de cálcio
Síndrome HELLP Hemólise + Elevação de enzimas hepáticas + Plaquetopenia (< 100.000); variante grave de PE Epigastralgia, náuseas, mal-estar; pode cursar sem hipertensão evidente em 20% dos casos Resolução da gestação; corticoide se < 34 sem para maturação pulmonar; suporte intensivo Pode ocorrer sem hipertensão, não exclui HELLP
Dica ENAMED: A questão clássica confunde edema como critério diagnóstico de pré-eclâmpsia, ele NÃO é critério desde 2013.
GO • 21% do ENAMED Alta frequência
## Quais são os 6 temas de Cirurgia e Pediatria com maior recorrência?

Cirurgia e Pediatria compartilham o mesmo peso relativo (19% cada) e, juntas, somam 609 questões ao longo de 17 edições. A abordagem cirúrgica nas questões do ENAMED privilegia o raciocínio diagnóstico e a indicação precisa, não o detalhamento de técnica operatória.

Tema 17, Abdome Agudo Cirúrgico: Apendicite aguda (Escore de Alvarado), colecistite aguda e perfuração de víscera oca são os diagnósticos mais testados. O foco recai sobre o momento de indicação cirúrgica, não sobre a técnica.

Tema 18, Trauma e ATLS: Avaliação primária (ABCDE), reposição volêmica no choque hemorrágico, indicações de intubação orotraqueal de sequência rápida e manejo do trauma torácico fechado são cobrados em cenários de pronto-socorro.

Tema 19, Úlcera Péptica Complicada e Hemorragia Digestiva Alta: Classificação de Forrest, uso de IBP em dose plena, indicação de endoscopia de urgência e conduta na falha do tratamento clínico aparecem em integração com Clínica Médica.

Tema 20, Câncer Colorretal: Rastreamento por colonoscopia (início e periodicidade), estadiamento TNM simplificado e síndrome de Lynch como risco hereditário compõem o núcleo das questões oncológicas cirúrgicas.

Tema 21, Hérnias Abdominais: Distinção entre hérnia redutível, encarcerada e estrangulada, com suas implicações clínicas e cirúrgicas, e o manejo da hérnia inguinal na atenção primária aparecem com regularidade.

Tema 22, Queimaduras: Regra dos 9 para cálculo da superfície corporal queimada, classificação por profundidade, cálculo de Parkland e critérios de internação são os pontos essenciais.

Em Pediatria, os temas de maior recorrência concentram-se no binômio crescimento/desenvolvimento e nas síndromes clínicas de maior morbimortalidade infantil.

Tema 23, Pneumonia e AIDPI na Infância: Critérios de internação (FINE/PSI em adultos, mas critérios da OMS em crianças), antibióticos de escolha por faixa etária e classificação de gravidade aparecem em pelo menos 12 das 17 edições.

Tema 24, Neonatologia e Reanimação Neonatal: O fluxograma de reanimação em sala de parto (SBP 2016, atualizado em 2021), Apgar, critérios de ventilação com pressão positiva e hipoglicemia neonatal são temas de alta densidade.

Tema 25, Calendário Vacinal do Ministério da Saúde: Vacinas do primeiro ano de vida, imunização de prematuros e conduta na criança sem comprovante vacinal aparecem tanto em Pediatria quanto em Medicina Preventiva.

Tema 26, Desnutrição Infantil e Curvas de Crescimento: Classificação de Gomez, índices antropométricos (P/I, E/I, P/E), kwashiorkor versus marasmo e manejo da desnutrição grave pela OMS são recorrentes.

Tema 27, Doenças Exantemáticas: Diagnóstico diferencial entre sarampo, rubéola, roséola, escarlatina e síndrome mão-pé-boca, com ênfase nas que exigem notificação compulsória, aparecem de forma integrada ao eixo de vigilância epidemiológica.

Tema 28, ITU na Infância: Diagnóstico, urocultura como padrão-ouro, escolha do antibiótico por faixa etária e investigação de malformação do trato urinário após o segundo episódio são os pontos mais testados.

Quais erros de revisão comprometem a nota no ENAMED?

Em 2025, 107 cursos receberam conceitos 1 ou 2, e aproximadamente 13 mil egressos foram classificados como não proficientes (Fonte: INEP, 2025). A análise dos padrões de erro mais frequentes revela três equívocos sistemáticos de revisão que explicam grande parte desse resultado.

O primeiro erro é a revisão enciclopédica sem ancoragem em competência. Estudar fisiopatologia detalhada de DPOC não garante acerto em questão que testa a indicação de oxigenoterapia domiciliar, que é uma competência de manejo, não de mecanismo. O ENAMED avalia o que o médico faz, não o que ele sabe sobre a doença.

O segundo erro é ignorar Medicina Preventiva por ser a menor área. Com 12% das questões, até 12 pontos em 100, a diferença entre conceito 2 e conceito 3 pode estar exatamente nessa área. Os Temas 29 e 30, Vigilância Epidemiológica com notificação compulsória e Rastreamento de Câncer de Mama (mammografia a partir dos 40 anos pelo MS, ou 50 pela SBCO, conheça a controvérsia), são de alta rentabilidade por exigirem memorização técnica, não raciocínio clínico complexo.

O terceiro erro é não treinar questões integradas. O ENAMED, alinhado à Portaria 478/2025, privilegia cenários que cruzam competências: uma gestante hipertensa com risco cardiovascular e necessidade de orientação contraceptiva pós-parto cruza GO, Clínica e Preventiva na mesma questão. Estudar por silos de especialidade sem simular integração compromete o desempenho real.

ReferênciaComo Interpretar Questões Integradas do ENAMED por Competência

Como organizar a revisão nas últimas 10 semanas?

A tabela abaixo distribui os 30 temas em um cronograma de 10 semanas, respeitando o peso relativo de cada área e reservando as últimas duas semanas para simulados e revisão de erros.

Semana Área Temas Carga horária sugerida
1 Clínica Médica SCA, IC, AVE isquêmico 12h
2 Clínica Médica DM2, Hipotireoidismo, DRC 12h
3 Clínica Médica Asma/DPOC, AR/LES, Hepatites 10h
4 GO Pré-eclâmpsia, Hemorragias, Parto 12h
5 GO IST na gestação, Rastreamento CaCU, Contracepção, Abortamento 10h
6 Cirurgia Abdome agudo, Trauma/ATLS, HDA 12h
7 Cirurgia + Preventiva CCR, Hérnias, Queimaduras + Vigilância, Rastreamento 10h
8 Pediatria AIDPI, Neonatologia, Vacinas 12h
9 Pediatria Desnutrição, Exantemáticas, ITU 10h
10 Revisão integrada Simulado completo + revisão de erros 15h

A semana 10 deve ser dedicada exclusivamente a simulados com gabarito comentado e revisão ativa dos temas com maior taxa de erro pessoal. A análise das questões erradas, mais do que a releitura do conteúdo, é a estratégia com maior evidência de efetividade para consolidação de memória de longo prazo.

Plano de Revisão ENAMED, 10 Semanas

Codificação por área · Carga horária · Temas prioritários

Clínica Médica Ginecologia & Obstetrícia Cirurgia Pediatria Preventiva
Semana Área Temas Prioritários Carga
S1 Clínica Médica Cardiologia: HAS, ICC, SCA, Arritmias 14h
S2 Clínica Médica Pneumologia, Endocrinologia, Nefrologia 14h
S3 GO Pré-natal, Síndromes hipertensivas, Parto normal 12h
S4 GO Ginecologia oncológica, Planejamento familiar, Climatério 11h
S5 Cirurgia Abdome agudo, Trauma, Hérnias 12h
S6 Cirurgia Cirurgia digestiva, Oncologia cirúrgica, Pré-operatório 11h
S7 Preventiva Epidemiologia, Bioestatística, Vigilância em saúde 10h
S8 Pediatria AIDPI, Neonatologia, Calendário vacinal 12h
S9 Pediatria Desnutrição, Doenças exantemáticas, ITU pediátrica 10h
S10 Revisão Integrada Simulado completo + revisão de erros + temas críticos 15h

Dica da Semana 10: Dedique esta semana exclusivamente a simulados com gabarito comentado e revisão ativa dos temas com maior taxa de erro pessoal. A análise das questões erradas, mais do que a releitura do conteúdo, é a estratégia com maior evidência de efetividade para consolidação de memória de longo prazo.

106h
Carga total estimada
5 áreas
Cobertura completa
30 temas
Mais cobrados no ENAMED
10,6h/sem
Média semanal
> **A plataforma SPR Med oferece diagnóstico individual de lacunas por competência ENAMED, com prescrição automatizada dos temas prioritários para cada perfil de estudante. Instituições parceiras têm acesso à análise preditiva com 80 a 90% de acurácia no top 10 de desempenho.**

Perguntas frequentes

Quantas questões de Clínica Médica aparecem no ENAMED?

Com base na distribuição histórica de 17 edições, Clínica Médica representa aproximadamente 28% das questões, o que equivale a cerca de 28 questões em uma prova de 100 itens. É a área de maior peso individual e deve receber proporcionalmente mais horas de revisão.

Vale a pena estudar Medicina Preventiva para o ENAMED?

Sim. Apesar de ser a menor área (12% das questões), Medicina Preventiva é altamente rentável por depender mais de memorização técnica do que de raciocínio clínico complexo. Notificação compulsória, calendário vacinal e critérios de rastreamento oncológico são temas de acerto rápido com revisão focada de 8 a 10 horas.

O ENAMED cobra técnica cirúrgica detalhada?

Não. As questões de Cirurgia no ENAMED avaliam raciocínio diagnóstico e indicação clínica, quando operar, não como operar. O foco está em reconhecer urgências cirúrgicas, estadiar corretamente e indicar a conduta inicial. Detalhes de técnica operatória não aparecem nas questões analisadas.

Em quantas semanas é possível revisar todos os 30 temas?

O cronograma proposto neste artigo distribui os 30 temas em 8 semanas de conteúdo e 2 semanas de simulados, com carga horária média de 11 horas semanais, compatível com a rotina do internato. Estudantes com menos de 8 semanas disponíveis devem priorizar Clínica Médica, GO e Pediatria, que concentram 68% das questões.

A nota do ENAMED afeta o acesso à residência médica?

Sim. A partir do ciclo 2026, a nota do ENAMED será utilizada no ENARE (Exame Nacional de Residência Médica) como critério de acesso a programas de residência. Conceitos 1 e 2 também geram sanções institucionais pelo MEC, incluindo suspensão de vestibular e supervisão pedagógica (Fonte: INEP, 2025).

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Próximo passo

Leve este assunto à coordenação do seu curso.

O SPR Med trabalha com a faculdade: quem decide o que entra no curso é a coordenação. Se este tema faz falta na sua turma, envie esta leitura para quem coordena.

Professor(a), li "Revisão ENAMED: Os 30 Temas Mais Cobrados para Revisar Antes da Prova" e acho que o tema vale para a nossa turma: https://sprmed.com.br/blog/prep-revisao-enamed-temas-mais-cobrados

O Dossiê ENAMED 2026 é gratuito: todas as questões da prova lidas por área, competência, contexto e decisão, pares de questões em confronto e o caminho da resposta ao conceito.

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