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    Matriz de Referência do ENAMED: Conteúdos, Competências e Como Usar

    A Matriz de Referência do ENAMED define 15 competências e 21 domínios. Saiba como usar essa informação para direcionar seus estudos.

    Dr. Vinícius Côgo Destefani
    Por Dr. Vinícius Côgo Destefani, CRM-SP 158.541 · RQE 108.337
    Atualizado em 30 de junho de 2026
    Publicado em 03 de março de 202618 min de leitura
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    A Matriz de Referência do ENAMED, instituída pela Portaria INEP 478/2025, organiza a avaliação da formação médica em 15 competências, 21 domínios e 7 áreas de formação que correspondem aos ciclos do internato. Desde a MP 1.370/2026, o exame é aplicado semestralmente em duas etapas: a 1ª etapa, diagnóstica e que não habilita, ao fim do 4º ano, e a 2ª etapa, ao fim do 6º ano, que funciona como gate de registro no CRM para quem ingressou no curso a partir de 19/06/2026. O exame gera conceitos de 1 a 5, com impacto direto no histórico acadêmico individual e nos processos de regulação federal das instituições de ensino. Conhecer a estrutura dessa matriz não é opcional, é o ponto de partida para qualquer estratégia de preparação eficiente.

    Portaria INEP 478/2025

    Matriz de Referência do ENAMED

    15 Competências · 21 Domínios · 7 Áreas de Formação · 100 Questões

    15
    Competências
    21
    Domínios
    7
    Áreas de Formação
    100
    Questões · 4h
    %
    Distribuição por Área de Formação
    Clínica Médica 28%
    28 questões
    Ginecologia e Obstetrícia 21%
    21 questões
    Cirurgia 19%
    19 questões
    Pediatria 19%
    19 questões
    Medicina Preventiva e Social 12%
    12 questões
    Escala de Conceitos e Impacto Regulatório
    1
    Insuficiente
    Risco regulatório alto
    2
    Abaixo
    Atenção no IGC
    3
    Regular
    Meta mínima
    4
    Bom
    Acima da média
    5
    Excelente
    Referência nacional
    Impacto no CPC e IGC
    ~55%
    Peso do ENAMED no CPC do curso
    107
    Cursos com conceito 1 ou 2 em 2025
    49
    Cursos com conceito 5 em 2025

    O que é a Matriz de Referência do ENAMED e por que ela existe?

    Desde 2025, o ENAMED (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica) substituiu o ENADE como instrumento de avaliação dos cursos de medicina no Brasil (Fonte: INEP, 2025). O ENADE não se aplica mais a cursos de Medicina; em seu lugar, permanece o Conceito Enade Medicina, derivado diretamente dos resultados do ENAMED. A mudança não foi apenas de nomenclatura: o exame passou a contar com 100 questões objetivas, foco exclusivo em medicina e uma matriz de referência própria, estruturada para refletir as competências previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos de graduação em medicina.

    A Portaria INEP 478/2025 estabeleceu a chamada Matriz de Referência Comum, que define com precisão quais competências e domínios serão avaliados. Essa matriz é o documento central que orienta tanto a elaboração das questões pelo INEP quanto a leitura dos resultados pelas instituições de ensino superior (IES). Essa matriz, a metodologia de cálculo (TRI Rasch 1PL, corte 60,0) e a transformação de Nota Final seguem válidas sob a MP 1.370/2026, que elevou o ENAMED a lei e organizou o exame em duas etapas semestrais, sem alterar a psicometria. Em 2025, 107 cursos de medicina receberam conceitos 1 ou 2, o que indica insuficiência de formação, e cerca de 13 mil egressos foram classificados como não proficientes (Fonte: INEP, 2025). Esses números evidenciam que a desconexão entre a formação oferecida e a matriz avaliada tem consequências concretas.

    A existência de uma matriz formal também cumpre uma função regulatória: ela cria um padrão nacional de referência que permite comparar, de forma consistente, o desempenho de estudantes em diferentes regiões, modalidades e tipos de instituição. Sem esse parâmetro comum, qualquer avaliação seria arbitrária.


    Como está organizada a Matriz de Referência do ENAMED?

    A Matriz de Referência Comum do ENAMED é organizada em três níveis hierárquicos: áreas de formação, domínios e competências. As 7 áreas de formação correspondem aos grandes eixos do internato médico e refletem as principais especialidades nas quais o estudante deve demonstrar proficiência clínica e prática.

    As 7 áreas de formação contempladas na matriz são: Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria, Medicina de Família e Comunidade/Saúde Coletiva, Saúde Mental e Urgência e Emergência. Cada uma dessas áreas desmembra-se em domínios, totalizando 21 ao longo de toda a matriz, que funcionam como agrupamentos temáticos mais específicos. É dentro desses domínios que as 15 competências são distribuídas, cada uma descrevendo uma capacidade que o egresso deve demonstrar de forma objetiva e mensurável.

    O modelo adotado pelo INEP tem referência direta nas DCN de 2014, que já organizavam a formação médica em torno de competências gerais como atenção à saúde, tomada de decisão, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, e educação permanente. A Portaria 478/2025 traduziu essas competências amplas em domínios avaliáveis em formato de prova objetiva, com 100 questões distribuídas pelas 7 áreas.


    Quais são as 15 competências avaliadas no ENAMED?

    As 15 competências da Matriz de Referência do ENAMED foram elaboradas para capturar o espectro completo da atuação médica esperada ao final da formação. Elas se dividem entre competências clínicas, diretamente ligadas ao diagnóstico, raciocínio clínico e conduta terapêutica, e competências transversais, que incluem comunicação com o paciente, tomada de decisão ética e compreensão do sistema de saúde.

    Entre as competências de caráter clínico, o exame avalia a capacidade de realizar anamnese e exame físico estruturado, interpretar exames complementares de forma contextualizada, formular diagnósticos diferenciais fundamentados em evidências e propor condutas adequadas ao nível de atenção. Essas competências se distribuem pelas 7 áreas de formação, o que significa que o estudante precisa demonstrá-las em contextos clínicos variados, da urgência obstétrica ao manejo do paciente pediátrico com febre, por exemplo.

    As competências transversais incluem a capacidade de identificar determinantes sociais de saúde, aplicar princípios da bioética na prática clínica e reconhecer os limites da atuação médica no contexto do sistema público de saúde (SUS). Essa dimensão é particularmente relevante porque reflete o perfil do médico generalista que as DCN propõem: um profissional capaz de atuar na atenção básica, nas urgências e nas especialidades de referência com competência técnica e consciência social.

    ReferênciaComo funciona a avaliação por competências no ENAMED

    Como os 21 domínios se distribuem pelas 7 áreas de formação?

    Os 21 domínios da Matriz de Referência funcionam como subdivisões das 7 áreas de formação. Cada área concentra entre 2 e 4 domínios, dependendo de sua amplitude temática e do volume de conteúdo exigido pelas DCN. Essa distribuição não é linear, certas áreas, como Clínica Médica e Urgência e Emergência, tendem a concentrar maior número de questões por área, dada a frequência de apresentação dessas situações na prática médica cotidiana.

    A tabela abaixo apresenta uma visão estruturada da organização da Matriz de Referência do ENAMED, com base nas informações da Portaria INEP 478/2025:

    Área de Formação Domínios Aproximados Foco Central
    Clínica Médica 4 Diagnóstico e conduta nas principais doenças sistêmicas em adultos
    Cirurgia 3 Avaliação cirúrgica, perioperatório, trauma e urgências cirúrgicas
    Ginecologia e Obstetrícia 3 Saúde da mulher, pré-natal, parto e patologias ginecológicas
    Pediatria 3 Crescimento, desenvolvimento, imunização e doenças prevalentes em crianças
    Medicina de Família e Comunidade / Saúde Coletiva 3 Atenção básica, vigilância em saúde e medicina centrada na pessoa
    Saúde Mental 2 Transtornos mentais prevalentes, crise e abordagem psicossocial
    Urgência e Emergência 3 Protocolos de atendimento a situações de risco imediato à vida

    Essa estrutura importa porque o peso de cada área na prova é proporcional ao número de domínios e questões alocados. Um estudante que desconhece essa distribuição pode superinvestir em áreas com menor representatividade e subpreparar áreas com maior incidência de questões, o que compromete o desempenho final de forma previsível e evitável.

    Distribuição de Questões por Área de Formação no ENAMED

    Baseado na Portaria INEP 478/2025, Matriz de Referência Comum · 100 questões objetivas

    Clínica Médica, maior peso GO + Pediatria, peso igual Cirurgia, relevância alta
    Clínica Médica
    ~28 questões 28%
    28%
    Cardiologia, Pneumologia, Neurologia, Endocrinologia, Nefrologia, Reumatologia, Saúde Mental, U&E
    Ginecologia e Obstetrícia
    ~21 questões 21%
    21%
    Pré-natal, Parto, Puerpério, Ginecologia geral, Oncologia ginecológica, Planejamento familiar
    Cirurgia Geral
    ~19 questões 19%
    19%
    Abdome agudo, Trauma, Hérnias, Perioperatório, Cirurgia minimamente invasiva, Oncologia cirúrgica
    Pediatria
    ~19 questões 19%
    19%
    Neonatologia, Crescimento e desenvolvimento, Doenças prevalentes, Imunizações, Pediatria de urgência
    Medicina de Família e Comunidade / Preventiva
    ~12 questões 12%
    Epidemiologia, Vigilância em saúde, Atenção básica, Saúde coletiva, Bioética e legislação
    100
    Questões totais
    4h
    Duração da prova
    1 a 5
    Escala de conceito
    5
    Áreas avaliadas

    Dica estratégica: Clínica Médica + GO + Pediatria somam 68% das questões. Dominar essas três áreas é condição necessária para atingir conceito 4 ou 5 no ENAMED, independentemente do desempenho nas demais.


    Como usar a Matriz de Referência para planejar os estudos?

    O primeiro passo para usar a Matriz de Referência de forma eficiente é ler o documento oficial, a Portaria INEP 478/2025 e o Instrumento de Avaliação publicado pelo INEP, e identificar quais competências e domínios correspondem às áreas em que o estudante tem menor desempenho. Esse diagnóstico é mais preciso quando baseado em dados de simulados estruturados pela matriz, não em percepção subjetiva do próprio estudante.

    Com o diagnóstico em mãos, a estratégia de estudo deve priorizar os domínios com maior peso na prova e menor proficiência individual. Isso é diferente de "estudar mais o que não sei" de forma aleatória: exige uma leitura quantitativa dos resultados. Se um estudante tem desempenho abaixo da média em Urgência e Emergência e em Saúde Mental, duas áreas com domínios distintos, a prescrição de estudo para cada uma delas deve ser diferente em método, fonte e volume de horas.

    A Matriz também deve orientar a escolha de materiais de estudo. Questões de provas anteriores que não foram elaboradas com base na Portaria 478/2025 têm aderência parcial à nova matriz. O ENAMED tem estrutura distinta do antigo ENADE, e preparar-se exclusivamente com questões de edições antigas pode gerar uma falsa sensação de preparo em domínios que não serão cobrados ou subestimar competências que agora têm peso formal na avaliação.

    Leia tambémENAMED no 4º Ano de Medicina em 2026: O Que Muda e Como se Preparar →


    O conceito do ENAMED afeta o acesso à residência médica?

    Sim. A 2ª etapa do ENAMED, aplicada ao fim do 6º ano, integra o histórico acadêmico do estudante e, pela MP 1.370/2026, pode ser usada no acesso direto à residência médica, além de substituir o exame teórico (1ª fase) do Revalida. Isso muda substancialmente o cálculo de importância que muitos estudantes atribuíam ao exame até então.

    No modelo anterior do ENADE para medicina, o resultado tinha peso regulatório sobre as instituições, mas não gerava consequências diretas para o estudante individualmente no processo seletivo para residências. Com o ENAMED, a lógica muda: um conceito baixo na graduação pode reduzir a competitividade do candidato em processos seletivos para programas de alta concorrência. Para especialidades como Dermatologia, Oftalmologia e Neurocirurgia, que concentram os maiores índices de concorrência no Brasil, qualquer diferencial no histórico acadêmico tem impacto relevante. Com a MP 1.370/2026, a 2ª etapa passa a ser também o gate individual de registro no CRM para quem ingressou no curso a partir de 19/06/2026; para quem já estava matriculado antes dessa data, o gate individual não se aplica, mas a pressão institucional sobre os cursos, via supervisão do MEC, já vale para todos.

    Além do impacto individual, os conceitos agregados da turma geram consequências institucionais. Cursos com conceitos 1 ou 2 ficam sujeitos a sanções do MEC que incluem suspensão de processo seletivo, redução de vagas e supervisão federal (Fonte: MEC, 2025). Em 2025, 107 cursos foram enquadrados nesse cenário, mais de um terço do total de cursos avaliados, o que indica que o problema não é marginal.


    Como as instituições de ensino devem usar a Matriz de Referência?

    Para as IES, a Matriz de Referência do ENAMED funciona como um mapa regulatório e pedagógico simultaneamente. Do ponto de vista regulatório, ela define os critérios pelos quais o MEC avaliará a qualidade do curso. Do ponto de vista pedagógico, ela indica onde o currículo precisa ser ajustado para garantir que os estudantes desenvolvam as 15 competências exigidas antes de chegar ao 6º ano.

    O diagnóstico institucional baseado na matriz começa pela análise dos resultados por domínio, não apenas pelo conceito geral. Um curso pode obter conceito 3 com desempenho equilibrado em todas as áreas, ou com desempenho excelente em Clínica Médica e crítico em Saúde Mental, resultando na mesma média. Esses dois cenários exigem respostas pedagógicas completamente diferentes. Sem granularidade por domínio, qualquer intervenção curricular será imprecisa.

    Desde a MP 1.370/2026, o ENAMED é aplicado em duas etapas semestrais: a 1ª etapa, diagnóstica e que não habilita, ao fim do 4º ano, e a 2ª etapa, que funciona como gate de registro no CRM, ao fim do 6º ano. Isso amplia a janela de intervenção das IES, que podem identificar lacunas de formação antes do internato e corrigi-las com antecedência, mas também aumenta a complexidade do monitoramento pedagógico necessário. A supervisão de curso prevista no Art. 9º-D da MP vale para todos os cursos desde já, independentemente da data de ingresso dos estudantes. Instituições que já operam com sistemas de gestão alinhados à Portaria 478/2025 terão vantagem na adaptação a esse novo ciclo.

    O SPR Med é a primeira plataforma institucional de gestão estratégica para o ENAMED no Brasil. Com metodologia baseada nos 4 pilares Diagnóstico → Prescrição → Controle → Mentoria, operacionalizados pelo motor M.A.E.S.T.R.O e por um banco de 266.177 questões tagueadas em 7 dimensões, construído por médicos, o SPR Med entrega não apenas análise de resultados, mas prescrição pedagógica automatizada alinhada à Matriz de Referência e mentoria em escala para IES. [Solicite uma demonstração para sua instituição.]

    Leia tambémDiagnóstico Institucional ENAMED: Identificando Gaps de Competências →


    Resumo da Matriz de Referência do ENAMED

    Elemento Detalhamento
    Documento base Portaria INEP 478/2025, Matriz de Referência Comum
    Status legal MP 1.370/2026 (força de lei, em tramitação no Congresso), aplicado pelo MEC/INEP
    Áreas de formação 7 (Clínica Médica, Cirurgia, GO, Pediatria, MFC/SC, Saúde Mental, UE)
    Domínios 21 no total
    Competências 15 competências distribuídas pelos domínios
    Total de questões 100 questões objetivas
    Escala de conceitos 1 a 5
    Consequências conceitos 1-2 Sanções MEC: suspensão de vestibular, redução de vagas, supervisão
    Impacto para o estudante Histórico acadêmico; 2ª etapa substitui o teórico do Revalida e pode dar acesso direto à residência
    Aplicação Semestral, em duas etapas: 1ª etapa (diagnóstica, não habilita) ao fim do 4º ano; 2ª etapa (gate de registro no CRM para novas turmas) ao fim do 6º ano

    Perguntas frequentes

    Onde posso acessar o documento oficial da Matriz de Referência do ENAMED?

    A Matriz de Referência do ENAMED está disponível na Portaria INEP 478/2025, publicada no Diário Oficial da União e acessível no portal do INEP (inep.gov.br). O documento detalha as 15 competências, os 21 domínios e as 7 áreas de formação que compõem o instrumento de avaliação.

    Quantas questões o ENAMED tem por área de formação?

    O ENAMED tem 100 questões objetivas no total. A distribuição por área de formação segue a proporcionalidade definida na Portaria INEP 478/2025, com peso maior para áreas como Clínica Médica e Urgência e Emergência, dado o volume de domínios que concentram. O INEP não divulga o número exato por área antes da aplicação.

    O conceito do ENAMED aparece no diploma ou histórico escolar do estudante?

    Sim. O conceito individual obtido no ENAMED integra o histórico acadêmico do estudante de medicina. A 2ª etapa, aplicada ao fim do 6º ano, também pode ser usada, pela MP 1.370/2026, para acesso direto a programas de residência médica, e substitui o exame teórico do Revalida.

    Estudar por questões do ENADE antigo é suficiente para o ENAMED?

    Não inteiramente. O ENADE para medicina tinha estrutura e critérios de avaliação distintos da Matriz de Referência estabelecida pela Portaria INEP 478/2025, e hoje não se aplica mais a Medicina. Questões antigas podem ser úteis para treino de raciocínio clínico, mas precisam ser complementadas por material alinhado especificamente às 15 competências e 21 domínios do ENAMED.

    Como uma IES pode identificar em quais domínios sua turma tem menor desempenho?

    A análise por domínio exige acesso aos microdados de desempenho disponibilizados pelo INEP após cada edição, além de ferramentas que cruzem esses dados com a estrutura da Matriz de Referência. Plataformas de gestão pedagógica como o SPR Med realizam esse diagnóstico automaticamente e geram prescrições por domínio para cada turma, sem depender de análise manual.

    O ENAMED do 4º ano terá a mesma matriz do 6º ano?

    A MP 1.370/2026 já definiu que a 1ª etapa do ENAMED, aplicada ao fim do 4º ano, é diagnóstica, tem caráter de componente curricular obrigatório e não habilita o estudante. A matriz específica de conteúdos para essa etapa ainda depende de regulamentação detalhada do INEP, mas é esperado que ela seja adaptada ao estágio de formação do estudante, ou seja, com ênfase nos domínios do ciclo clínico básico, sem exigir competências do internato completo. O acompanhamento das publicações do INEP e do andamento da conversão da MP em lei no Congresso é fundamental para IES que precisam se preparar para esse novo ciclo avaliativo.

    Dr. Vinícius Côgo Destefani
    Escrito por
    Dr. Vinícius Côgo Destefani
    Co-Fundador e Diretor Pedagógico do SPR Med · CRM-SP 158.541 · RQE 108.337

    Médico pela UFES, Pediatria pelo HC-FMUSP e Cardiologia Pediátrica pelo Instituto Dante Pazzanese. Mentor direto de mais de 1.000 alunos. Responsável pela arquitetura metodológica e calibração TRI do banco do SPR Med.

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