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ISTs no ENAMED: Sífilis, Gonorreia, Clamídia e Condutas

Descubra os temas de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) mais cobrados no ENAMED e como organizar sua preparação. Probabilidade de cair: 37%.

Por Dr. Vinícius Côgo DestefaniCRM-SP 158.541 · RQE 108.337

Publicado em 3 de março de 2026Revisado em 9 de setembro de 2026

Ficha técnica
Editoria
Estudo por área
Autor
Dr. Vinícius Côgo DestefaniCRM-SP 158.541 · RQE 108.337
Publicação
3 de março de 2026
Revisão
9 de setembro de 2026
Leitura
11 min
Versão em texto
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Neste artigo

Atualização normativa em 09/09/2026: a Resolução CNE/CES nº 3/2025 revogou a resolução de 2014 e prevê transição curricular nos arts. 38 e 39. As referências a 2014 neste texto descrevem o quadro histórico. Para planejamento atual, confirme o PPC aplicável à turma e as DCN de 2025. A matriz do exame permanece um documento próprio: entenda a relação entre DCN e ENAMED.

Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) aparecem em 7 das 17 edições históricas de exames usadas na análise da SPR Med, com 9 questões registradas e média de 1,3 questão por aparição, o que coloca o tema na posição #65 do ranking preditivo da plataforma SPR Med, com probabilidade de 37,5% de incidência na próxima aplicação (tendência: ESTÁVEL, confiança média). Para o estudante do 6º ano, isso significa que ISTs não são prioridade absoluta de tempo de estudo, mas representam um risco calculado de perda: ao negligenciar o tema, o candidato expõe pelo menos 1 ponto em uma prova de 100 questões, e, em um exame com distribuição de conceitos de 1 a 5, cada questão tem peso real no posicionamento institucional e no desempenho individual para o ENARE.

SPR Med · Modelo Preditivo IA
Painel de Predição, ISTs no ENAMED
Tendência
ESTÁVEL
37,5%
Prob. Incidência
próxima aplicação
1-2
Questões Estimadas
por aplicação
MÉDIA
Confiança IA
modelo preditivo
4
ISTs Prioritárias
sífilis, gonorreia, clamídia, HPV
Distribuição por IST, Histórico ENAMED
Sífilis 42%
Conduta terapêutica, estágios clínicos, tratamento na gestação
Gonorreia 26%
Ceftriaxona + azitromicina, resistência antimicrobiana, DIP
Clamídia 20%
Azitromicina 1g dose única, rastreamento na gestação, assintomática
Outras ISTs (HPV, HSV, etc.) 12%
Condiloma, herpes genital, cancro mole, linfogranuloma venéreo
Condutas-chave: Sífilis
Primária Penicilina G benzatina 2,4M UI IM dose única
Secundária Penicilina G benzatina 2,4M UI IM dose única
Latente tardia Penicilina G benzatina 2,4M UI IM × 3 semanas
Gestação Penicilina G benzatina, única opção segura confirmada
Condutas-chave: Gonorreia e Clamídia
Gonorreia Ceftriaxona 500mg IM + Azitromicina 1g VO dose única
Clamídia Azitromicina 1g VO dose única ou Doxiciclina 100mg 2x/dia 7 dias
DIP leve Ceftriaxona + Doxiciclina + Metronidazol VO 14 dias
DIP grave Clindamicina + Gentamicina IV (internação obrigatória)
Pontos Quentes para a Prova
Sífilis congênita
Critérios de tratamento do RN, mãe tratada adequadamente × inadequadamente
Controle de cura sífilis
VDRL trimestral, queda de 2 títulos em 6 meses = resposta adequada
Clamídia na gestação
Rastreamento obrigatório, Azitromicina é segura, doxiciclina contraindicada
Resistência gonorreia
Fluoroquinolonas abandonadas; dupla terapia é padrão atual no Brasil
Alerta Estratégico SPR Med
Com probabilidade de 37,5% de incidência, ISTs representam risco calculado de 1-2 questões perdidas por negligência. Em um ENAMED de 100 questões com escala de conceito 1-5, cada ponto impacta diretamente o CPC institucional (peso ~55% no IGC) e o posicionamento individual para o ENARE. Investir 3-4 horas de revisão direcionada nas condutas de sífilis, gonorreia e clamídia é custo-efetivo para o 6º ano médico.

Quantas questões de ISTs caíram no ENAMED?

Das 17 edições históricas analisadas pelos modelos preditivos do SPR Med, baseados em exames de avaliação de formação médica desde antes da criação formal do ENAMED pelo INEP em 2025, o tema ISTs esteve presente em 7 oportunidades, totalizando 9 questões. A distribuição não é uniforme: em algumas edições o tema apareceu com 2 questões, em outras com apenas 1, e em 9 edições não apareceu diretamente, embora conceitos relacionados (como infecções em gestantes, diagnóstico laboratorial de doenças infecciosas ou abordagem de úlceras genitais) possam ter sido cobrados dentro de outros blocos temáticos.

A Portaria INEP 478/2025 estabelece a Matriz de Referência Comum do ENAMED com 15 competências distribuídas em 21 domínios e 7 áreas de formação (Fonte: INEP, 2025). ISTs se enquadram primariamente na área de Clínica Médica, subárea de Infectologia, mas transitam também por Ginecologia e Obstetrícia (IST na gestação, sífilis congênita), Saúde Coletiva (vigilância epidemiológica, notificação compulsória) e Pediatria (recém-nascido exposto à sífilis). Essa transversalidade é precisamente o que torna o tema relevante além do seu ranking isolado.

Dado Valor
Edições com ISTs 7 de 16
Total de questões 9
Média por aparição 1,3 questão
Probabilidade próxima prova 37,5%
Tendência ESTÁVEL
Área principal Clínica Médica / Infectologia
Ranking preditivo SPR Med #65

(Fonte: Modelos preditivos SPR Med, base de 17 edições históricas)


Quais são os subtemas de ISTs mais cobrados no ENAMED?

A análise das 9 questões históricas permite identificar um padrão claro de cobrança. O ENAMED privilegia a aplicação clínica sobre a memorização, ou seja, não pergunta qual é o agente etiológico da sífilis, mas sim como conduzir um paciente com VDRL reagente durante a gestação ou como interpretar um FTA-Abs positivo com VDRL negativo.

Análise Preditiva SPR Med · 16 Edições Históricas
Subtemas de ISTs mais Cobrados no ENAMED
Edições c/ ISTs
7/16
Total de Questões
9 Qs
IST Líder
Sífilis
Foco Principal
Conduta Clínica
Distribuição por IST e Subtema
Sífilis 4 questões · 44%
Sífilis na gestação / congênita · tratamento e critérios diagnósticos Alta frequência
Interpretação sorológica · VDRL x FTA-Abs, cicatriz sorológica
Estadiamento e tratamento · primária, secundária, terciária
Gonorreia 2 questões · 22%
DIP / Doença inflamatória pélvica · critérios de internação e ATB
Resistência antimicrobiana · ceftriaxona como primeira escolha
Clamídia 2 questões · 22%
Coinfecção gonorreia + clamídia · tratamento sindrômico conjunto
Rastreamento na gestação · azitromicina dose única ou doxiciclina
Outras ISTs 1 questão · 11%
HPV / Condiloma acuminado · rastreamento e vacinação
O que o ENAMED realmente cobra em ISTs
✓ Conduta, não etiologia
Pergunta como tratar, quando internar, qual antibiótico, não apenas o agente causador.
✓ Gestação sempre presente
Sífilis congênita, rastreamento pré-natal e condutas específicas na grávida são recorrentes.
✓ Interpretação laboratorial
Diferenciar VDRL de FTA-Abs, reconhecer cicatriz sorológica e falso-positivo são cobrados.
Fonte: Modelos preditivos SPR Med · Base histórica de 17 edições históricas de exames usadas na análise da SPR Med · Clínica Médica + Ginecologia e Obstetrícia
As questões de maior complexidade no ENAMED envolvem **raciocínio clínico integrado**: um vinheta com gestante, resultado laboratorial e decisão terapêutica que exige conhecimento simultâneo de diagnóstico, tratamento e critérios de adequação. Esse formato é consistente com as diretrizes curriculares nacionais para medicina (DCN 2014), que priorizam competências para resolução de problemas em detrimento de reprodução de conteúdo factual.

Como estudar ISTs para o ENAMED?

O ponto de partida obrigatório são os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde para IST, especificamente o volume dedicado às infecções bacterianas e virais de transmissão sexual, atualizado em 2022 (Fonte: Ministério da Saúde, PCDT IST, 2022). O ENAMED cobra, antes de qualquer outra coisa, a conduta prevista em protocolo oficial brasileiro. Isso significa que diretrizes internacionais como as do CDC ou da OMS têm valor contextualizador, mas não substituem o protocolo nacional em questões de escolha terapêutica.

A estrutura de estudo recomendada segue três camadas:

A primeira camada é epidemiológica e conceitual: compreender por que as ISTs são problema de saúde pública no Brasil, quais são os agentes de notificação compulsória (sífilis adquirida, sífilis em gestante, sífilis congênita, AIDS, hepatites virais, gonorreia são exemplos relevantes) e qual o cenário epidemiológico atual. O Brasil registrou mais de 700 mil casos novos de sífilis adquirida entre 2010 e 2023, com taxa de detecção crescente especialmente em adultos jovens (Fonte: Boletim Epidemiológico Sífilis, SVS/MS, 2023). Esses dados aparecem como contexto em vinhetas clínicas.

A segunda camada é diagnóstica: dominar a lógica dos testes treponêmicos versus não treponêmicos para sífilis, os critérios de interpretação do VDRL e FTA-Abs em diferentes situações clínicas, os métodos de confirmação para gonorreia e clamídia (cultura, NAAT, teste de amplificação de ácido nucleico) e o diagnóstico diferencial das síndromes clínicas (úlcera genital, corrimento uretral, corrimento vaginal, dor pélvica).

A terceira camada é terapêutica e de conduta: saber o tratamento de primeira linha, as alternativas em casos de alergia, os critérios para tratamento do parceiro, o conceito de tratamento adequado na gestação (que tem implicações diretas no manejo do recém-nascido exposto) e os casos em que há indicação de notificação e busca ativa.


Sífilis no ENAMED: o que a prova realmente cobra?

Sífilis é, isoladamente, o subtema de ISTs com maior probabilidade de cobrança no ENAMED, e com razão. É a IST bacteriana de maior complexidade diagnóstica no cotidiano clínico brasileiro e a que mais gera dilemas de conduta sistematizáveis em questão de múltipla escolha.

O que o ENAMED espera que você saiba sobre diagnóstico

A prova não pergunta o nome do agente (Treponema pallidum) nem a estrutura do microorganismo. Ela apresenta uma situação clínica, uma gestante com VDRL reagente no pré-natal, um paciente com úlcera genital indolor, um recém-nascido com mãe tratada apenas 25 dias antes do parto, e avalia se o candidato consegue tomar a decisão correta com base em algoritmos diagnósticos.

O ponto central é a interpretação combinada de testes: VDRL como teste não treponêmico (quantitativo, usado para seguimento) e FTA-Abs ou TPHA como testes treponêmicos (qualitativos, permanecem positivos após tratamento). O ENAMED explora os cenários onde os resultados são discordantes, pois esses são os momentos de maior dúvida clínica real.

O que o ENAMED espera que você saiba sobre tratamento

A benzilpenicilina benzatina é utilizada nos esquemas de sífilis adquirida sem neurossífilis, conforme o estágio. Neurossífilis exige esquema específico com benzilpenicilina cristalina intravenosa; benzatina não é substituta desse tratamento. Confira o PCDT de IST do Ministério da Saúde e a orientação oficial de sífilis. O ENAMED cobra especificamente:

O conceito de tratamento adequado na gestação, que inclui o esquema correto para o estágio clínico, a realização no momento oportuno (até 30 dias antes do parto) e o tratamento simultâneo do parceiro. A ausência de qualquer um desses critérios classifica o tratamento como inadequado e muda completamente a conduta com o recém-nascido.

A neurossífilis como indicação de penicilina cristalina endovenosa em vez de benzatina, distinção que aparece em questões que apresentam pacientes com manifestações neurológicas ou oftalmológicas associadas à sífilis.


Gonorreia e Clamídia no ENAMED: abordagem conjunta e resistência antimicrobiana

Gonorreia (Neisseria gonorrhoeae) e clamídia (Chlamydia trachomatis) frequentemente aparecem juntas no ENAMED, tanto porque coinfecção é comum (estimativas apontam que 20 a 40% dos pacientes com gonorreia têm clamídia concomitante) quanto porque o protocolo brasileiro recomenda cobertura empírica para ambos em muitas situações clínicas (Fonte: PCDT IST, MS, 2022).

O cenário clínico mais cobrado

A vinheta mais frequente combina corrimento uretral purulento em homem jovem sexualmente ativo com história de relação desprotegida. O ENAMED não pede o diagnóstico, que é evidente, mas sim a conduta terapêutica correta, incluindo o esquema de antibióticos, a orientação ao parceiro e a notificação compulsória. Questões mais elaboradas acrescentam alergia à cefalosporina ou apresentam a síndrome de Fitz-Hugh-Curtis (perihepatite por clamídia) como pista diagnóstica em mulher com dor em hipocôndrio direito e dor pélvica.

Resistência antimicrobiana: tema emergente

O crescimento de cepas de Neisseria gonorrhoeae resistentes à ceftriaxona e azitromicina é um ponto que o ENAMED pode explorar à medida que os protocolos se atualizam. O protocolo brasileiro atual mantém ceftriaxona como primeira escolha, mas estudos de vigilância da resistência (Fonte: WHO Global Gonococcal Antimicrobial Surveillance Programme, 2023) indicam que o tema da resistência pode ganhar espaço em edições futuras, o que é consistente com a tendência ESTÁVEL observada nos dados preditivos.


Dicas práticas de estudo para ISTs no ENAMED

Com probabilidade de 37,5% e tendência estável, ISTs exigem alocação eficiente de tempo, nem superdimensionamento nem negligência. A recomendação para o 6º ano é dedicar de 4 a 6 horas ao tema ao longo da preparação, com distribuição estratégica.

O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (MS, 2022) é o documento de referência obrigatório. Está disponível gratuitamente no portal do Ministério da Saúde e contém todos os algoritmos de diagnóstico e tratamento que o ENAMED pode cobrar.

O Boletim Epidemiológico de Sífilis da SVS/MS, publicado anualmente, fornece os dados epidemiológicos atualizados que contextualizam questões de saúde coletiva dentro do tema ISTs.

Para a abordagem das síndromes, úlcera genital, corrimento, dor pélvica, o estudo por síndrome clínica é mais eficiente do que o estudo por agente etiológico. O ENAMED parte da apresentação clínica, não do agente, portanto o raciocínio deve seguir a mesma direção.

Recurso Tipo Prioridade
PCDT IST (MS, 2022) Protocolo oficial Alta
Boletim Epidemiológico Sífilis (SVS/MS, 2023) Dados epidemiológicos Moderada
DCN 2014, competências clínicas Diretriz curricular Contextualizadora
Questões anteriores de avaliações INEP Prática Alta
WHO STI Guidelines Referência internacional Contextualizadora

A abordagem por resolução de questões comentadas é insubstituível neste tema. O padrão de vinheta das questões de ISTs no ENAMED é bem definido: paciente + dado laboratorial + decisão. Resolver questões antigas de provas de residência médica com foco em condutas (não em diagnóstico etiológico) é um treino direto para esse padrão.


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Perguntas frequentes

O ENAMED cobra diagnóstico laboratorial de ISTs ou apenas condutas clínicas?

O ENAMED privilegia a conduta clínica, mas o diagnóstico laboratorial aparece como parte do raciocínio. Questões típicas apresentam um resultado de VDRL ou de NAAT e pedem a interpretação correta antes de definir a conduta. Saber diferenciar testes treponêmicos de não treponêmicos e entender o valor de cada um no estadiamento e no seguimento é fundamental, especialmente para sífilis.

Preciso estudar todas as ISTs ou posso focar nas mais cobradas?

O histórico de 9 questões em 17 edições indica que o ENAMED é seletivo. A estratégia eficiente é priorizar sífilis (incluindo sífilis na gestação e congênita), gonorreia e clamídia como núcleo central, dominar o diagnóstico diferencial das síndromes clínicas (úlcera genital, corrimento, dor pélvica) e reservar estudo mais superficial para herpes genital, cancroide e HPV, que aparecem com menos frequência ou são cobrados em outros contextos (oncologia, imunodeprimidos).

Sífilis congênita aparece separada do tema ISTs no ENAMED?

Sífilis congênita pode ser cobrada dentro do bloco de ISTs ou dentro de Pediatria e Neonatologia, dependendo do foco da questão. Do ponto de vista do estudo, o candidato deve dominar o tema independentemente de como o ENAMED categoriza internamente. Os critérios para definir RN exposto à sífilis, os critérios de tratamento adequado da mãe e a conduta com o neonato são pontos de alta cobrança em provas de avaliação de formação médica (Fonte: PCDT IST, MS, 2022).

A resistência antimicrobiana na gonorreia é cobrada no ENAMED?

Até o momento, o histórico de questões indica foco maior na conduta padrão do que em resistência. No entanto, como o cenário epidemiológico de resistência à ceftriaxona e azitromicina é crescente e o ENAMED se propõe a avaliar formação atualizada, recomenda-se ao menos conhecer os mecanismos gerais e saber que o acompanhamento de cura por cultura é indicado em casos de suspeita de resistência, conforme previsto no PCDT vigente.

Notificação compulsória de ISTs cai no ENAMED?

Sim, notificação compulsória aparece como parte de questões de ISTs, especialmente de sífilis. O candidato deve saber quais ISTs são de notificação compulsória no Brasil (sífilis adquirida, sífilis em gestante, sífilis congênita, AIDS, hepatites B e C em gestantes, entre outras), o fluxo de notificação e o papel do médico nesse processo. A base normativa é a Lista Nacional de Notificação Compulsória (LNNC), definida pela Portaria GM/MS 217/2023 (Fonte: Ministério da Saúde, 2023).

Vale a pena estudar HIV junto com ISTs para o ENAMED?

HIV tem perfil de cobrança distinto de outras ISTs no ENAMED, tende a aparecer com foco em profilaxias (PrEP e PEP), diagnóstico precoce e manejo em situações específicas (gestante, acidente ocupacional). Embora a sobreposição epidemiológica com outras ISTs seja real, o estudo de HIV é mais eficiente quando feito separadamente, com ênfase nos protocolos de profilaxia e nos critérios de início de terapia antirretroviral. Leia tambémInfecções Cutâneas no ENAMED: Diagnóstico e Tratamento →

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